Strict Standards: Accessing static property JCache::$_handler as non static in /home2/armacao/public_html/libraries/joomla/cache/cache.php on line 420

Strict Standards: Accessing static property JCache::$_handler as non static in /home2/armacao/public_html/libraries/joomla/cache/cache.php on line 422

Strict Standards: Declaration of JParameter::loadSetupFile() should be compatible with JRegistry::loadSetupFile() in /home2/armacao/public_html/libraries/joomla/html/parameter.php on line 431

Strict Standards: Only variables should be assigned by reference in /home2/armacao/public_html/plugins/system/jdownloads/jdownloads.php on line 24

Strict Standards: Only variables should be assigned by reference in /home2/armacao/public_html/plugins/system/jdownloads/jdownloads.php on line 25

Strict Standards: Only variables should be assigned by reference in /home2/armacao/public_html/plugins/system/jdownloads/jdownloads.php on line 34

Strict Standards: Only variables should be assigned by reference in /home2/armacao/public_html/plugins/system/jdownloads/jdownloads.php on line 249

Strict Standards: Only variables should be assigned by reference in /home2/armacao/public_html/plugins/system/jdownloads/jdownloads.php on line 257
HISTÓRICO

 


 

GRUPO ARMAÇÃO

1972. Ao embalo das mudanças sócio-político-culturais iniciadas no final da década de 60, em Santa Catarina surge a idéia da criação de uma companhia de teatro profissional. O texto escolhido para essa aventura é CONTESTADO, do autor catarinense Romário Borelli. A direção geral é exercida por Augusto Sousa e o elenco reúne atores que se destacaram num festival de teatro realizado em Lajes.

A essa companhia dá-se o nome de GRUPO ARMAÇÃO, uma fusão da idéia de carpintaria teatral com um ponto turístico de Florianópolis. A estréia ocorre em Joaçaba, em setembro/72, e uma temporada de aproximadamente 3 meses é observada, com apresentações em Laguna, Rio do Sul e Florianópolis. A qualidade artística do espetáculo é indiscutível, o sucesso de público é uma realidade, mas o objetivo de profissionalização é um fracasso total. O grupo se desfaz e a empresa sequer é legalmente constituída.

Paralelo a isso, outros atores/atrizes, oriundos de vários grupos amadores (TUSC, Teatro do SESC, Teatro do SESI e Clube 6 de Janeiro), partem para a criação de um novo grupo teatral em Florianópolis, com características de uma “entidade civil sem fins lucrativos”. Em torno da montagem do texto ESTÁ LA FORA UM INSPETOR, do autor inglês J. B. Priestley, com a direção de Jason César, em 11 de agosto de 1975 é formalizada a fundação do GRUPO ARMAÇÃO, com a aprovação de seu Estatuto Social e eleição da sua primeira Diretoria, que tem na presidência o saudoso Ademir Rosa. O nome escolhido mereceu, por razões éticas, a prévia aquiescência de Romário Borelli e Augusto Sousa.

Desde então o GRUPO ARMAÇÃO se manteve em atividade ininterrupta, vindo a se consolidar como uma das mais expressivas entidades culturais de Santa Catarina. Da criação até hoje somam-se, aproximadamente,  70 espetáculos, neles incluídos autores clássicos da dramaturgia internacional, dramaturgos brasileiros de excelência e autores catarinenses, muitos surgidos dentro do próprio grupo.

Nesse período, o ARMAÇÃO apresentou-se em diversas cidades de Santa Catarina, além dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Participou de inúmeros festivais e mostras teatrais, destacando-se os primeiros projetos Mambembão e Mambembá, iniciativas do extinto Serviço Nacional do Teatro – SNT, que selecionavam trabalhos de diversos estados brasileiros, para apresentação em outras unidades federativas.

O ARMAÇÃO, em sua trajetória, não escolheu palcos para se apresentar;  além dos espaços tradicionais e sofisticados das principais casas de espetáculo, levou sua arte em galpões improvisados, ginásios de esporte, bares, salões religiosos e até em carroceria de caminhão.

Viveu a experiência de recuperar um antigo teatro (do extinto Abrigo de Menores), no bairro da Agronômica, denominando-o Teatro Armação, em meados da década de 70.

Hoje é detentor de seu próprio espaço, uma casa na Praça XV de Novembro, centro histórico de Florianópolis, denominada Casa do Teatro, concedida em uso (comodato) pelo governo do Estado de Santa Catarina e transformada em um teatro de bolso, desde 1986.  Sua trajetória já é tão rica e reconhecida, que inspirou vários  universitários a utilizá-la como tema de TCCs em cursos de artes cênicas, jornalismo e até de administração. 

Em 24.11.10, o Grupo Armação foi homenageado pelo Conselho Estadual de Cultura de Santa Catarina com a Medalha do Mérito Cultural Cruz e Sousa, a maior comenda cultural catarinense.

 

Currículo do Grupo:

01. CONTESTADO, de Romário Borelli – Direção de Augusto Sousa – 1972

02. ESTÁ LA FORA UM INSPETOR, de J.B.Priestley – Direção de Jason César – 1974/75

03. CAMINHO DE VOLTA, de Consuelo de Castro – Direção de Augusto Sousa – 1975/76

04. AS DUAS FACES DE UM HOMEM – Direção de Jason César, constituído de:

      O HOMEM DA FLOR NA BOCA, de Luigi Pirandello e HUMOR JAPONÊS, de Jason César – 1976

05. CLITEMNESTRA VIVE, de Marcos Caroli Resende – Direção de Augusto Sousa  - 1977/78

06. UM GRITO PARADO NO AR, de Gianfrancesco Guarnieri – Direção de  Paulo Roberto Rocha 1978/79

07. ELES NÃO USAM BLACK-TIE, de Gianfrancesco Guarnieri – Direção de Beto Westphal – 1979

08. ORAÇÃO PARA UM PÉ-DE-CHINELO, de Plínio Marcos – Direção de Nelson Machado – 1980

09. A RESISTÊNCIA, de Maria Adelaide Amaral – Direção de Beto Westphal – 1981

10. ORAÇÃO PARA UM PÉ-DE-CHINELO, de Plínio Marcos (2ª. Montagem) – Direção de Nivaldo Mattos – 1981

11. ZUMBI, de Gianfrancesco Guarnieri, Augusto Boal e Edu Lobo – Direção de Oraci Gemba - 1982

12. O RAPTO DAS CEBOLINHAS, de Maria Clara Machado – Direção de Beto Westphal – 1983

13. FOLIAS DO CORAÇÃO, de Geraldo Carneiro – Direção de Norton Mackowiecky – 1984/85

14. O DIA DO JAVALI, de Mauro Júlio Amorim – Direção de Augusto Sousa – 1984

15. GOTA D’ÁGUA, de Paulo Pontes e Chico Buarque – Direção de Beto Westphal – 1985

16. O INSPETOR GERAL, de Nicolai Gogol – Direção de Norton Mackowiecky – 1986

17. RESTROSPECTIVA ARMAÇÃO, autoria e direção de Augusto Sousa – 1986

18. ÁRIA DA CAPO, de Edna S. Vincent Milley (Leitura Dramática) – Direção Odília Carreirão Ortiga e Bebeto Silveira – 1987

19. TCHEKHOV EM DOIS TEMPOS – Direção de Waldir Brazil, constituído dos textos de Anton Tchekhov:

      O CANTO DO CISNE  e O PEDIDO DE CASAMENTO – 1987/88/89/90

20. OS ÓRFÃOS DE JÂNIO, de Millôr Fernandes – Direção de Paulo Roberto Rocha -1988/89/90

21. X-QUIDUM, de Paulo Roberto Rocha – Direção de Chico De Nez – 1988

22. NÃO QUERO MAIS ANDAR NA CONTRA-MÃO, autoria e direção de Nivaldo Mattos (Teatro de Bonecos) – 1989

23. PAPA-HIGHIRTE, de Oduvaldo Vianna Filho – Direção de Paulo Roberto Rocha – 1989

24. QUEM CASA QUER CASA, de Martins Pena – Direção de Waldir Brazil – 1990/91

25. SEM RIMAS E SEM RAZÃO, de Maria Odete Olsen (Recital de Poesias) – Direção de Augusto Sousa – 1991

26. PT – 11 ANOS, de Chico Veríssimo – Direção de Ademir Rosa - 1991

27. VELÓRIO-SHOW, autoria e direção de Márlio Silveira da Silva – 1991

28. ÚLTIMA INSTÂNCIA, de Carlos Queiroz Telles – Direção de Waldir Brazil – 1991

29. BY BYKE, autoria e direção de Márlio Silveira da Silva (Co-produção com o Grupo A) – 1991

30.  A MAIS FORTE, de August Strindberg – Direção de Pio Borges – 1991

31. NATAL DE PORTAS ABERTAS, de autor desconhecido (Auto de Natal) – Co-produção com a Associação Coral de Florianópolis – Direção de Zeula Soares e Rogério Hildebrand - Regência Musical de Aurélia Hackenhaar – 1991

32. SIM, EU SEI, de Fábio Brüggemann – Direção de Nando Moraes – 1992

33. TEIMOSO E MANDÃOZINHO SENTADOS CADA QUAL EM SEU BANQUINHO, adaptado de Texto de Ruth Rocha – Direção de Henrique Ungaretti – 1992

34. FLORES DE INVERNO, autoria e direção de Antônio Cunha – 1992

35. QUATRO POR DOIS , de Alcione Araújo (5 Movimentos a Duas Vozes) – Direção de Pio Borges - 1992

36. OLHOS VERDES, de José Expedito Marques – Direção de Sulanger Bavaresco – 1993

37. PRENOME: FAUSTO, de Fábio Brüggemann – Direção de Nando Moraes – 1993

38. STRADIVARIUS, autoria e direção de Augusto Sousa – 1993

39. CALA A BOCA JÁ MORREU, autoria e direção de Zeula Soares – 1993

40. MIRANDOLINA, de Carlo Goldoni – Direção de Nando Moraes – 1993

41. A ESTÓRIA, de Ademir Rosa (Co-produção com o Grupo Pesquisa Teatro Novo) – Direção de Carmen Fossari – 1995

42. ANA DE JESUS – AUTO DAS CARTAS, autoria e direção de Augusto Sousa – 1995

43. BLUES & SOUSA, de Fábio Brüggemann – Direção de Lao Santos – 1995

44. AS QUATRO ESTAÇÕES, de Antônio Cunha – Direção de Antônio Cunha e Berna Sant’Anna 1997/98

45. ARTE E FOLCLORE, de diversos autores (Exposição de artes plásticas,músicas e textos sobre o folclore brasileiro – co-produção com a Associação de Amigos da Biblioteca Pública

     Municipal) – Coordenação geral de Zeula Soares – 1997

46. NATUREZA MULHER, de diversos autores (Exposição de artes plásticas, música e performance de atores sobre o tema Mulher – co-produção com a Associação de Amigos da Biblioteca Pública Municipal) – Direção de Zeula Soares – 1997

47. JOÃO, O POETA DA DOR (E DO AMOR) – Poesia e prosa de Cruz e Sousa no ano de seu centenário de morte) – Direção de Zeula Soares – 1998

48. OS LOBOS, de Ademir Rosa – Direção de Nivaldo Mattos – 1998

49. NO BALANÇO DO MAR, de diversos autores – Co-produção com a Associação de Amigos da Biblioteca Pública Municipal e Grupo de Poetas Livres – Direção de Zeula Soares – 1998

50. A HISTÓRIA DA ILHA DE SANTA CATARINA, de Márlio Silveira da Silva – Direção de Marcelo Perna e Juli Nesi – 1999

51. COLEÇÃO POÉTICA – SÉRIE III – DA CONFRARIA DOS POETAS  (performance  com poesias dos autores catarinenses da coleção) – Coordenação geral de Maura Soares – 1999

52. A CASA DE BERNARDA ALBA, de Federico Garcia Lorca (Leitura dramática) – Direção de Nivaldo Mattos - 1999

53. ENCONTROS COM A POESIA – Performances semanais de poesias – 2000/01/02

54. OS CONVIDADOS À TRAMA, de Júlio de Queiroz (Leitura dramática) – Adaptação e direção de Mauro Júlio Amorim - 2000

55. RÉCITA PROFANA, de Antônio Cunha (Recital de poesias) – 2001

56. BALADA DOS JÁ-COM-TERRA, de Júlio de Queiroz (Leitura dramática) – Direção de Chico Veríssimo  - 2001

57. O BELO INDIFERENTE, de Jean Cocteau (Leitura dramática) – Direção de Waldir Brazil – 2001

58. MILKSHAKESPEARE, autoria e direção de Júlio Zanotta (Leitura dramática) – 2001

59. LOUCO, autoria e direção de Júlio Zanotta (Leitura dramática) – 2001

60. SORRISOS MEIO SACANAS – teatralização de Chico Veríssimo de crônicas de Sérgio da Costa Ramos – Direção de Antônio Cunha – 2001

61. CONTESTADO – A GUERRA DO DRAGÃO DE FOGO CONTRA O EXÉRCITO ENCANTADO – Autoria e direção de Antônio Cunha (Leitura dramática aberta ao público) – 2002

62. BAUDELAIRE – Autoria e direção de Júlio Zanotta – 2002

63. MEMÓRIA – A ESPESSURA DA POEIRA DO PALCO, autoria e direção de Neno Brazil – 2002

64. CONTESTADO – A GUERRA DO DRAGÃO DE FOGO CONTRA O EXÉRCITO ENCANTADO – Autoria e direção de Antônio Cunha – 2003/04

65. NA COMPANHIA DE INÁCIO, autoria e direção de Antônio Cunha – 2004

66. OTELO PARA TODOS OS BRASILEIROS, adaptação de Antônio Abujamra de texto de Joaquim Manoel de Macedo – Direção de Antônio Cunha – 2004

67. PROJETO ATO CONTÍNUO NA CASA DO TEATRO, constituído de:

      JARDIM DAS DELÍCIAS, autoria e direção de Sulanger Bavaresco e SONHO DE UMA NOITE DE VELÓRIO, de Odir Ramos da Costa – Direção de Antônio Cunha – 2006/08

68. UMA VISITA, de Martin Walser (co-produção com Esfera Produções Artísticas) – Direção de Antônio Cunha – 2008

69. TRIÂNGULO ESCALENO, de Silveira Sampaio (montagem em parceria com o curso de Artes Cênicas da UDESC) – Direção Carin Dell’Antônio – 2009/10

70. AO VIVO E EM CORES, de Sérgio da Costa Ramos - Direção de Sandro Maquel e Rogaciano Rodrigues - 2012.

71. UM DEUS DORMIU LÁ EM CASA, de Guilherme Figueiredo - direção Sulanger Bavaresco - 2012.